
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Breathe Again

quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Gatafunhos de Histórias Inventadas - XII
domingo, 24 de outubro de 2010
Gatafunhos de Histórias Inventadas - XI

sexta-feira, 16 de julho de 2010
Gatafunhos de Histórias Inventadas - X
A longa viagem por terras desertas de gente e povoadas de verde, almas adornadas em folhas, campos e terra, terminou segundo aquele sinal. Finalizou-se com o som das rodas paradas sobre os carris... com o último fumo negro, oriundo daquela relíquia antiga. O primeiro pé colocado naquela estação há muito conhecida. O cheiro mantinha-se o mesmo... as pessoas apressadas umas a iniciarem a sua viagem.. outras a "fugirem" daquela que tinham acabado de fazer, para iniciar uma nova. Ao longo do passeio, até à porta de saída, viam-se pessoas daqui e dali. Turistas, trabalhadores, gentes da terra, conhecedores, curiosos, historiadores, amantes da arte e da arquitectura. Como a maior das torres de babel, aquele lugar que outrora era detentor de uma só fala, é habitado por sons de todos os recantos do mundo. De vez enquando, enquanto o caminho se faz, um flash ou outro vêm ao encontro dos olhos... um encontrão... um grito de alegria... uma lágrima de despedida... um abraço de saudade, não sei se de partida ou de chegada. O relógio verde, antigo e majestoso, colocado bem lá em cima, indica o horário dos caminhos dos que o olham. minuto a minuto... hora a hora... mais um destino com uma estação final se traduz naquele som, residente numa linha de um número qualquer... Entre chegadas e partidas, caminhos se vão formando... Entre chegadas e partidas linhas se vão cruzando... até a um único destino... registado num pedaço de papel... Ao longe uma porta aberta... nela uma alma de olhar triste, de rugas marcadas pelo tempo, vendendo girassóis... os mesmos que se inclinavam para um brilho quase inexistente saído por entre os prédios... os mesmos que trouxeram o primeiro sol da manhã naquela viagem de ninguém.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Gatafunhos de Histórias Inventadas - IX

quarta-feira, 23 de junho de 2010
Gatafunhos de Histórias Inventadas - VIII
...às vezes...quinta-feira, 10 de junho de 2010
Gatafunhos de Histórias Inventadas - VI
...do lado de fora o som torna-se mais alto do que os ventos que acompanham a chuva que bate no solo perdido da terra... aqui, nestas quatro paredes revestidas de branco, o silêncio permanece... há uns tempos que estas paredes não eram tão silenciosas... já foram habitadas de sorrisos de "crianças" que brincavam... que cantavam... que soltavam gargalhadas... hoje permanece o silêncio... No meio de tantas nuvens, lá um raio de sol tenta brilhar e aquecer estes corações despedaçados pelos sinais da vida... mas em nada se vê... em nada se sente... para onde foi? quando quer voltar? ninguém sabe... alguns mesmo desconfiam que se perdeu em parte incerta... outros fazem apostas de que está enterrado algures sobre o manto de terra solidificada pelo cimento de raiva e dor... para mim? está no lado de fora, junto ao caixote do lixo rotulado de: "Sonhos Perdidos!!!!"
terça-feira, 11 de maio de 2010
Gatafunhos de Histórias Inventadas - V
terça-feira, 20 de abril de 2010
Gatafunhos de Histórias Inventadas - IV

quarta-feira, 14 de abril de 2010
Gatafunhos de Histórias Inventadas - III
...até ao fim...domingo, 28 de março de 2010
Gatafunhos de Histórias Inventadas - II
quarta-feira, 24 de março de 2010
Gatafunhos de Histórias Inventadas - I



