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segunda-feira, 26 de outubro de 2015

And in your dreams.. whatever they be. Dream a little dream of me.



Stars fading but I linger on dear
Still craving your kiss
I'm longing to linger till dawn dear
Just saying this

Sweet dreams till sunbeams find you
Sweet dreams that leave all worries far behind you
And in your dreams
Whatever they be
Dream a little dream of me

Moon River

Moon river, wider than a mile
I'm crossing you in style some day
Oh, dream maker, you heart breaker
Wherever you're going, I'm going your way

Two drifters, off to see the world
There's such a lot of world to see
We're after the same rainbow's end, waiting, round the bend
My Huckleberry Friend, Moon River, and me

domingo, 19 de abril de 2015

Nutshell



I fight this battle all alone
No one to cry to, no place to call home
I find repeating in my head
If I can't be my own, I'd feel better dead

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Scream

(Photo from Pinterest)
If you can feel the air
Blowing so far…
Bright shadows and
 it's the moment of dark..
Came the sun and all begun…
Feel your tears and forget everyone..
You never will be alone.

7 times and scream…
Scream to the air…
Feel  like you never care..
Scream..
Scream to the dream,
And see what it can beam.

You have a dream and it are so away
You can’t scream,
but you are flying on highway.
Can you feel this angry world..
Read all paper’s
And see the same word..

7 times and scream…
Scream to the air…
Feel like you never care..
Scream..
Scream to the dream,
And see what it can beam.

Love, life
Dream and fight
Be just real
Scream and light up your sky

(they said)

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

domingo, 25 de agosto de 2013

A verdadeira Oportunidade

Uma das palavras que mais maltratadas têm sido, no entendimento que há delas, é a palavra oportunidade. Julgam muitos que por oportunidade se entende um presente ou favor do Destino, análogo a oferecerem-nos o bilhete que há-de ter a sorte grande. Algumas vezes assim é. Na realidade quotidiana, porém, oportunidade não quer dizer isto, nem o aproveitar-se dela significa o simplesmente aceitá-la. Oportunidade, para o homem consciente e prático, é aquele fenómeno exterior que pode ser transformado em consequências vantajosas por meio de um isolamento nele, pela inteligência, de certo elemento ou elementos, e a coordenação, pela vontade, da utilização desse ou desses. Tudo mais é herdar do tio brasileiro ou não estar onde caiu a granada. 

Fernando Pessoa, in 'Teoria e Prática do Comércio'

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Music and Heroes




“(…) I pray that someday that they are left to their own devices, that they realize that the musician comes first, and that THEY find THEIR VOICE, and that THEY become someone's Edgar Winter, THEY become someone's Beatles, and that THEY incite a riot, or an emotion, or start a revolution, or save someone's life.
That THEY become someone's hero.
But then again . . . what do I know?” 

Said by Dave Grohl

domingo, 5 de junho de 2011

Inveja

"A inveja caracteriza-se por um sentimento negativo relativamente a algo que pertence a outra pessoa. O sujeito cobiça o alheio. O conceito de inveja é complexo, pois é um sentimento considerado abominável, o que acarreta relutância em se tomar consciência deste.
Em termos psicanalíticos, a inveja surge numa situação em que existe identificação com o objeto admirado. Admiramos e desejamos algo que uma pessoa possui. O sujeito reconhece no objeto valor. Acontece que na inveja, como sentimento negativo que é, o sujeito quer apoderar-se do que deseja, por exemplo, roubando, para estragar e poder assim alterar o valor do objeto desejado. O elemento invejoso adultera a qualidade do objeto querido. Só com a inveja de não conseguir suportar que outro alguém o possua. É uma forma de transformar algo de bom em mau e de impedir o outro de possuir aquilo e não como se poderia pensar, de simplesmente o invejoso estimar esse objeto que desejava. Ele quer-se apropriar do objeto com intenção de o destruir, para eliminar a tensão que o objeto exerce como fonte de inveja.
São Tomás de Aquino abordou a inveja, referindo que tem na sua composição a "tristeza em relação às coisas boas dos outros". Este sentimento, sempre condenado, é um dos pecados mais antigos da Humanidade e certamente o mais inconfessável, a contemplação da felicidade alheia.
Freud foi o primeiro a colocar a inveja no centro da sua teoria da sexualidade feminina, sendo um fenómeno primário.
Melanie Klein refere a inveja como fazendo parte da natureza do ser humano. É uma das emoções mais primárias e fundamentais do bebé. "A inveja surge a partir do sentimento de impotência, que se insere na direção da aspiração de um bem, que outro possui. A inveja surge somente onde a tentativa de se efetuar estas formas da conquista inclui a consciência do fracasso e da impotência. Na inveja, é suficiente que uma coisa seja possuída por um outro, para que isto pareça uma "privação". Isto acontece porque ao ver a coisa desejada, apropriamo-nos dela, em virtude de uma ilusão, de tal sorte que a possessão do outro, quando a descobrimos, nos parece uma força que nos priva, como se fosse uma "desapropriação". Melanie Klein diz que a inveja é uma expressão sádico-oral e sádico-anal de impulsos destrutivos, que opera desde o início da vida e tem uma base constitucional. É um sentimento de ira por outra pessoa possuir e usufruir de algo desejável o que faz a pessoa desejar retirá-lo ou estragá-lo. Voracidade, explica Klein, é uma ânsia impetuosa e insaciável que excede o que o sujeito necessita e o que o objeto tem vontade e capacidade de dar, cujo propósito é a introjeção destrutiva. A inveja produz sentimentos de culpa, antes de o indivíduo ser capaz de suportar a dor, gerando confusão entre a culpa depressiva e a perseguição esquizoparanóide."

Mais informação: procurar na net (ou deixar de se ser invejoso...)

sábado, 28 de maio de 2011

Deixamos de ser poetas...

"Há uma altura em que deixamos de ser poetas. Não por falta de inspiração ou preguiça, mas por haver palavras a mais a serem escritas e pouco espaço livre no universo no meio de tanto desespero por algo profundo. Todos passamos por lá, uns mais tarde que outros: a altura de dar sentido ao percurso. E se o percurso não tem sentido, inventa-se! Há uma altura em que todos querem ser poetas, há uma altura em que temos que deixar o barulho serenar." (Said by Tiago Bettencourt)

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Binómio sem lógica de existir

"Embora o conceito de raça seja moderno, o preconceito e a discriminação são uma constante da história universal e é necessário, antes do mais, fazer a distinção entre as duas ideias. O PRECONCEITO refere-se a opiniões ou atitudes partilhadas por membros de um grupo acerca de outro. As ideias preconceituosas são, muitas vezes, baseadas mais em rumores do que em provas claras; opiniões que resistem à mudança mesmo face a novas informa­ções. As pessoas podem ter preconceitos favoráveis relativos aos grupos com os quais se identificam e preconceitos negativos face a outros. Alguém que tem preconceitos contra determinado grupo recusará atender imparcialmente os seus membros.
A DISCRIMINAÇÃO diz respeito ao comportamento tido em relação a outro grupo. Pode detectar-se em acções que negam aos membros de um grupo oportunidades que são dadas a outros, como, por exemplo, quando a um negro é recusado um emprego disponível para um branco. Embora o preconceito esteja frequentemente na base da discriminação, os dois podem existir separadamente. As pessoas podem ter ideias preconceituosas e não agir em conformi­dade. Também é igualmente importante ter em conta que a discriminação não deriva necessá­ria e directamente do preconceito. Por exemplo, uma pessoa branca que queira comprar uma casa pode inibir-se de adquirir a propriedade em bairros predominantemente negros, não por causa de atitudes hostis que possa sentir em relação às pessoas que vivem nesses bairros, mas em função da sua preocupação com a desvalorização da propriedade nessas áreas. Neste caso, as atitudes de preconceito influenciam a discriminação, mas de uma forma indirecta." by Anthony Giddens, Sociologia, Fundação Calouste Gulbenkian


terça-feira, 18 de maio de 2010

Sem sentido...


...porque nem tudo faz sentido... por mais que lutemos por algo que faça sentido... que seja real... a imaginação ultrapassa-nos... o ser é feito sem sentido... e sem sentido nos mantemos...

sábado, 17 de abril de 2010

William Shakespeare

"Depois de algum tempo aprendes a diferença, a subtil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. E aprendes que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começas a aceitar as tuas derrotas com a cabeça erguida e os olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança. E aprendes a construir todas as tuas estradas no hoje, porque o terreno do amanha e incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair no meio do vão. Depois de um tempo aprendes que o sol queima se ficar exposto muito tempo. E aprendes que não importa o quanto te importas, algumas pessoas simplesmente não se importam... e aceitas que não importa o quão boa seja uma pessoa, ela vai magoar-te e tu tens de perdoa-la por isso! Aprendes que falar pode aliviar dores emocionais. Descobres que se leva anos para construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que Tu podes fazer coisas num instante, das quais te arrependeras pelo resto da vida. Aprendes que as verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distancia. Aprendes que o que importa não e o que tens na vida, mas o que TU és na vida! E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprendes que não tens que mudar de amigos se compreenderes que os amigos mudam, percebes que o teu amigo e TU podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobres que as pessoas com que mais te importas na vida são tomadas de ti muito depressa, por isso devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pois pode ser a ultima vez que a vemos. Aprendes que as circunstancias e os ambientes tem influencia sobre nos próprios. Começas a aprender que não te deves comparar com os outros, mas com o melhor que tu mesmo podes ser. Descobres que levas muito tempo a tornares-te na pessoa que queres e que o tempo e curto. Aprendes que não importa onde já chegaste, mas onde vais, mas se tu controlas os teus actos ou eles te controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação sempre existem dois lados. Aprendes que heróis são aqueles que sempre fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as consequências. Aprendes que paciência requer muita pratica. Descobres que algumas vezes a pessoa que esperas que te calque quando cais e umas das poucas que te ajudam a levantar. Aprendes que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que tiveste e que aprendeste com elas do que com quantos aniversários celebraste. Aprendes que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são tolices, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso. Aprendes que quando estas com raiva tens o direito de estar, mas isso nao te da o direito de seres cruel! Descobres que só porque alguém não te ama da maneira que queres que te ame, não significa que essa pessoa não te ame, pois existem pessoas que nos amam, mas não sabem como demonstrar isso. Aprendes que nem sempre e suficiente ser perdoado por alguém... algumas vezes tens de aprender a perdoar-te a ti mesmo! Aprendes com a mesma severidade com que julgas, serás em algum momento condenado. Aprendes que não importa em quantos pedaços o teu coração foi partido, o mundo não para para que o concertes. Aprendes que o tempo não e algo que possa voltar para trás. Portanto, planta o teu jardim e decora a tua alma, ao invés de esperares que alguém te traga flores. E aprendes que realmente podes suportar... que realmente és forte! E que podes ir muito mais longe depois de pensares que não podes mais... e que realmente a nossa vida tem valor e que tu tens valor diante da vida! As nossas duvidas são traidoras e fazem-nos perder o bem que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de tentar."

segunda-feira, 1 de março de 2010

Outside the window


Outside the window I can see ...
A world of anything ...
A world of nothing ...
the colors ... the faces ... the smile ... the sadness ...
everything in one ...
the same "one" that completes us like humans ...
humans with feelings, with dreams, with hearts ...

A música como veículo de sentido

"Alguns autores, por exemplo Suzanne Langer (1969), empenharam-se em demonstrar que existe um paralelismo entre as propriedades acústicas da música e as propriedades da chamada ‘vida interior’ (física e mental), e defendem o seu carácter essencialmente emocional. Deryck Cooke é um dos autores que mais investiu na análise e na afirmação de que existem “correspondências naturais entre os efeitos emocionais de certas notas da escala e as suas posições nas [...] séries harmónicas”, sublinhando, designadamente, aspectos como a força da quinta ou o prazer da terceira maior (1989: 25) e argumentando que, na música de base tonal, todos os compositores utilizaram frases melódicas, harmonias e ritmos muito similares para exprimir ou evocar as mesmas emoções. Segundo Cooke, a música caracteriza- se fundamentalmente pela capacidade de evocar ou exprimir emoções, e, para além disso, a música constitui uma linguagem no específico sentido de que pode identificar-se um idioma e compilar-se uma lista de significados. Embora reconheça que um dicionário completo da linguagem musical seja dificilmente construível, Cooke fornece por assim dizer um phrase-book da música ocidental de base tonal." (by Luís Melo Campos)

sábado, 20 de fevereiro de 2010

If tomorrow never comes

"A couple of hundred years ago, Benjamin Franklin shared with the world the secret of his success. “Never leave that till tomorrow”, he said, “Which you could do today.” This is the man who discovered electricity. You’d think more of us would listen to what he had to say. I don’t know why we put things off, but if I had to guess, I’d say it had a lot to do with fear. Fear of failure. Fear of pain. Fear of rejection. Sometimes the fear is just of making a decision, because what if you’re wrong? What if you make a mistake you can’t undo? Whatever it is we're afraid of, one thing holds true: that by the time the pain of not doing the thing gets worse than the fear of doing it. It can feel like we're carrying around a giant tumor. And you thought I was speaking metaphorically.[...] The early bird catches the worm; a stitch in time saves nine. He who hesitates is lost. We can't pretend we haven't been told. We've all heard the proverbs, heard the philosophers, heard our grandparents warning us about wasted time, heard the damn poets urging us to ‘seize the day'. Still sometimes we have to see for ourselves. We have to make our own mistakes. We have to learn our own lessons. We have to sweep today's possibility under tomorrow's rug until we can't anymore, until we finally understand for ourselves like Benjamin Franklin meant. That knowing is better than wondering, that waking is better than sleeping. And that even the biggest failure, even the worst most intractable mistake beats the hell out of never trying." - Meredith Grey

Olhares perdidos...


“Todos nós temos necessidade de ser olhados. Podíamos ser divididos em quatro categorias consoante o tipo de olhar sob o qual desejamos viver: A primeira procura o olhar de um número infinito de olhos anónimos ou, o olhar do público(…) Na segunda categoria, incluem-se aqueles que não podem viver sem o olhar de uma multidão de olhos familiares. São os incansáveis organizadores de jantares e de coktails. São mais felizes que os da primeira categoria porque, quando estes perdem o público, imaginam que as luzes se apagaram para sempre na sala da sua vida. É o que, mais dia menos dia, lhes acontece a todos. Os desta segunda categoria, estes sim, acabam sempre por conseguir arranjar os olhares que precisam. Vem em seguida e terceira categoria, a categoria daqueles que precisam de estar sempre sob o olhar do ser amado. A sua condição é tão perigosa como a das pessoas do primeiro grupo. Se os olhos do ser amado se fecham, a sala fica mergulhada na escuridão. Finalmente, há uma quarta categoria, bem mais rara, que são aqueles que vivem sob os olhares imaginários de seres ausentes. São os sonhadores.” Milan Kundera – “A insustentável leveza do ser”

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Amores de papel

"Cheguei a casa com as tuas flores de papel presas no coração. Escolhi uma jarra antiga, e plantei-as na sala onde descanso, sonho e trabalho. As tuas flores são enormes, generosas, simpáticas e guardam o teu perfume. Sempre que passo por elas, o teu cheiro entra pelo meu corpo e enche-me de bem estar. É sempre cheia de bem estar que me sinto quando penso em ti, na tua alegria, generosidade e beleza, mesmo que o nosso amor seja feito de papel como estas flores.Não precisamos de o regar todos os dias, nem de adubos, nem cortar os caules. Nem sequer precisamos de água, o nosso amor é quase imaterial, tu aí e eu aqui, milhares de quilómetros por terra e duas horas e meia de voo.Quando te vejo, o meu amor desenhado no papel torna-se real, ganha vida, cor, textura e cheiro e somos só um na mesma casa, siameses a passear na rua, gémeos a conversar, namorados a dormir. A nossa vida enche-se com a do outro e tudo o que desejamos é que o outro esteja tão feliz como nós. Depois, quando me separo, já não choro. Sei que o que pode acontecer é um mistério da existência e quanto menos planear, mais sorte vou ter. Demoro alguns dias a descer à terra, vou ao supermercado e encho o frigorífico para disfarçar o vazio no coração e escrevo muito, porque enquanto escrevo é como se aqui estivesses ao meu lado, gémeos a dormir e namorados a conversar, a lareira acesa e a paz de uma continuidade sonhada, porém possível.É um amor de papel, frágil e opaco, leve e branco, feito de ideias, de sonhos, de esperança e de muitas cores. Um amor sem planos nem projectos, quase adolescente, intenso, puro e perfeito, que não precisa de provas nem palavras.O amor é um acto de fé, uma manifestação de esperança. É como plantar uma semente. Por isso, a última vez que te fui visitar, também trouxe uma caixa de bolbos para plantar no meu jardim. Estou atrasada porque o Inverno já começou, mas pode ser que tenha sorte e na Primavera a minha entrada em casa seja um festival de cores e aromas. Algumas flores vão morrer, outras vão ser mais pequenas, mas sei que as mais fortes vão vencer o frio e germinar com grande beleza e generosidade. E sei também que por esses dias te vou ver por aqui, a ensinar-me a cuidar delas, tu que cuidas do meu coração melhor do que ninguém e nem sequer sabes.O nosso amor é de papel, como as flores que me deste e no papel há-de ficar, para sempre escrito nas minhas palavras. E se um dia se transformar em qualquer outra coisa, será sempre numa outra forma de amor, porque o papel vem das árvores, mas o amor vem do amor e nunca morre, mesmo depois de cortado, prensado e transformado, porque amor é como plantar um semente e tu já plantaste a tua no meu coração." (escrito por MRP)

domingo, 24 de janeiro de 2010

Palavras só tuas...

"...E tens razão, o amor é um sentimento natural... E é pena que nós seres humanos passemos grande parte a idealizá-lo em vez de o concretizar... E contra mim falo obviamente. Somos seres complexos com tendência para complicar! Só não concordo com uma coisa. No fim do texto quando falas que o amor verdadeiro supera todos os obstáculos, estás a colocar as coisas numa relação conquistador-conquistado, e as vezes o 'conquistador' espera, ao mesmo tempo que conquista ser conquistado. Ás vezes o 'conquistador' também tem muito calo criado e se não sente o seu esforço recompensado, triste e desiludido, recolhe as tropas e pronto... É aqui que entra o famosíssimo coração, para nos fazer sentir se vale a pena ceder perante tal conquistador, mas para reciprocamente o conquistar... O amor alimenta-se de amor... Simple as that."

Estas foram as tuas palavras, num tempo passado, em resposta a um texto lindo e cheio de sentido, escrito por uma menina de um blog fantástico... também ela fantástica, dando emoção a tudo o que escreve ... (sim M-Jo, és tu essa menina ;P)
É bom podermos lêr palavras como estas... mais do que isso, é poder saboreá-las neste momento....

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Clics e desclics...

«uma das melhores coisas da vida é que ela muda. nem sempre muda quando queremos ou desejamos, mas muda». há muito que aprendi a aceitar que a realidade é evolutiva; o que é verdade hoje pode não o ser amanhã. assim, há clics que anunciam um amor homérico, o qual mais tarde se transforma em pó, cinzas e nadas, e outros, mais tímidos, que se vão repetindo até se transformarem numa grande história de amor. gosto de acreditar que entre projecções, sonhos e desejos, entre clics enganadores e desclics trapalhões, há os abençoados, os que duram para sempre. (Margarida Rebelo Pinto)

sábado, 28 de novembro de 2009

Be my Day... be my Dreams

"I never promised it would be easy. I've never been so. I always messed everything around me .. but this you probably already know. if I do things meaningless it's just because sometimes I'm afraid. afraid of me. afraid of you. afraid of us and the happiness that we feel together. afraid of a love so great. afraid of the word love. and the feeling is so strange. because for the first time I can read the eyes of someone, I can feel your touch, your hand on mine, I can be with someone and feel that there is nobody else around me... and I feel the same as you... even without words... even without a sound. because for the first time I didn't feel pressured to like someone... I just need you by my side ... I just need to know you as you are... I just need to know that you will always fight for me... because I trust you and I trust on love that you say feel for me. so... please... don't give me the world, the lights of the stars or the most beautiful mountain... I don't need them to love you... I just need you... I need your smile... I need that you be there... feel your fault when you aren't there... For all these reasons, I ask you time. I ask you my time and your time. and don't give up on me.. because if it's our destiny be together ... we'll be together... and I believe you are my destiny. so please trust in me and help me don't ruin everything again." (said by anita)