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terça-feira, 13 de março de 2012

Julie&Julia - como te compreendo...


Na tarde dos óscares tive a oportunidade de ver este filme. E, de repente, ele começou a fazer tanto sentido. A história conta a vida de Julie Powel, uma escritora que trabalha num call center, dando apoio a vítimas do 11 de Setembro. A sua vida profissional deixava-a cada vez mais frustrada. Até ao dia em que a sua infância foi mais forte que a sua rotina habitual... e, a magia dos programas de culinária de Julia Child, fez com que se desafia-se a realizar todas as receitas do livro da autora durante os 365 dias do ano. De forma a mostrar o seu progresso e tirar algumas dúvidas, o seu blog tornou-se num dos mais visualizados a nível mundial. Todos amam o seu blog e a sua escrita enche a culinária de Julia Child de uma nova magia, sendo entrevistada por grandes jornais americanos. No final, Julia Child reclama a falta de mau gosto em utilizarem as receitas que eram delas, ficando chateada, enquanto Julie Powel fica desolada. Um filme de contornos reais, onde ambas acabam por escrever o seu livro de receitas. Um, escrito por Julia Child, tornou-se num livro de receitas conceituado ou outro, escrito por Julie Powel, um retrato da sua caminhada no mundo da cozinha (bestseller em todo mundo e o responsável pela criação deste filme).

Um exemplo em que a modernidade da geração mais nova
pode viver no mesmo mundo que outros que já tiveram os seus feitos..
pois, sem ser igual, o "mestre" pode ser recriado pelo aprendiz... é isso que faz a aprendizagem tão bela.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Love is all we need


"Love? above all things I believe in love. Love is like oxygen. Love is a many splendored thing. Love lifts us up where we belong... All you need is love!" - Moulin Rouge


quinta-feira, 19 de maio de 2011

Black Swan



Nina é a bailarina principal do New York City Ballet e vê-se enredada numa teia de intriga competitiva com uma bailarina acabada de chegar à Companhia. Uma viagem excitante e por vezes aterradora através da psique de uma jovem bailarina cujo papel de Rainha dos Cisnes resulta num desempenho para o qual ela se torna assustadoramente perfeita.

Confesso que ainda não vi este filme, mas pelas críticas e pelo excelente desempenho de Natalie Portman estou a morrer de curiosidade e de vontade de o ver. E quanto maior a espera maior a expectativa... um filme que fala da perfeição, revelando que essa mesma perfeição nem sempre é perfeita...

Last Night


Joanna e Michael vivem em Nova York. Até então, nada nem ninguém tinha assombrado o seu relacionamento, até ao momento em que cada um deles é tentado, e numa mesma noite... Enquanto Michael está em viagem de negócios com Laura, uma jovem atraente e enigmática, Joanna reencontra Alex, o outro grande amor da sua vida. As 36 horas que se seguem irão obrigá-los a definir as suas escolhas...

Last Night, filme realizado por Massy Tadjedin, conta a história de um casal vulgar como tantos outros. Tendo Keira Knightley e Eva Mendes como os grandes "pesos pesados" deste filme, à primeira vista poderemos pensar que não é mais do que um filme baseado em vidas pacatas do dia-à-dia que são tentadas. Contudo, mais do que o filme é o conteúdo que ele transmite que dá alguma riqueza ao mesmo, reflectindo um binómio entre o que é ou não traição entre um casal. Por um lado, temos o lado físico e visível da traição consumada onde reina o prazer momentâneo e carnal, perseguido pelo sentimento de culpa. O mesmo que é sempre apontado com a palavra "traição". Por outro, temos o lado emocional, onde a traição não consumada se encontra escondida por uma história de anos, onde sentimentos de sempre se elevam e a culpa é esquecida no quotidiano. Não será este também um tipo de traição? Dois tipos de traição resultantes de dois tipos de atracção. Qual o pior? Qual deles é que magoa mais uma relação? Depois dessa noite tudo permanecerá igual? São estas as questões que ficam no ar enquanto a tela se fecha e as luzes do cinema se ligam.

Um filme que vi no cinema esta semana e que recomendo...

segunda-feira, 5 de abril de 2010

sábado, 3 de abril de 2010

The Pursuit of Happyness


"It was right then that I started thinking about Thomas Jefferson on the Declaration of Independence and the part about our right to life, liberty, and the pursuit of happiness. And I remember thinking how did he know to put the pursuit part in there? That maybe happiness is something that we can only pursue and maybe we can actually never have it. No matter what. How did he know that?"

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

I belong to you

..eu tinha razão que os meus "amigos" estavam por todo o lado... tenho um ouvido mesmo bom.. eheh!!!!

domingo, 22 de novembro de 2009

The upside of anger


"Anger and resentment can stop you in your tracks. That's what I know now. It needs nothing to burn but the air and the life that it swallows and smothers. It's real, though - the fury, even when it isn't. It can change you... turn you... mold you and shape you into something you're not. The only upside to anger, then... is the person you become. Hopefully someone that wakes up one day and realizes they're not afraid to take the journey, someone that knows that the truth is, at best, a partially told story. That anger, like growth, comes in spurts and fits, and in its wake, leaves a new chance at acceptance, and the promise of calm. Then again, what do I know? I'm only a child." by Lavender "Popeye" Wolfmeyer

Cinema II

Vencedor de quatro Globos de Ouro, nomeado para 5 Óscares da Academia, e vencedor do Óscar para a melhor canção original, Evita traz consigo dois dos grandes nomes do cinema, Madonna e Antonio Banderas. Evita é o retrato de uma das mulheres mais carismáticas da América do Sul, Evita Peron. Em 1952 morre Maria Eva Duarte de Peron e com ela esvazia-se a esperança dos argentinos numa vida melhor. A morte da mais importante mulher argentina, que teve uma ascenção meteórica e pouco tempo para pôr as suas ideias em prática, criou uma angústia e saudade ainda hoje vivida. Eva Duarte nasceu no seio de uma família humilde, nos arredores de Buenos Aires. Desde muito nova habituada a constrangimentos, decide aos oito anos fugir para a capital. Ambiciosa de poder tudo faz para se aproximar dos mais notáveis de Buenos Aires. É nesse círculo de novos amigos que conhece o político Juan Peron (futuro presidente da Argentina), dando finalmente o último passo para a ribalta ao casar-se com ele. Considerada a inspiradora das façanhas do marido, o mito da "Santa" Eva Peron não pára de crescer, mas quando tudo indicava que se iria tornar Vice Presidente da Argentina, é-lhe diagnosticado um cancro e com ele morreram as esperanças de um povo. Eva Peron nunca envelhecerá.
Contando com uma banda sonora extraordinária, aqui ficam algumas das melhores cenas, segundo a minha opinião:


"You let down your people Evita, you were supposed to have been immortal. That's all they wanted, not much to ask for..."


"What's new Buenos Aires?I'm new, I wanna say I'm just a little stuck on you. You'll be on me too"


"Goodnight and thank you..."

"High flying, adored. So young, the instant queen. A rich beautiful thing, of all the talents"


"And the answer is yes"


"Would you like to try a college education? Own your landlord's house, take the family on vacation? Eva and her blessed fund can make your dreams come true"

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Cinema I

A melhor companhia para aqueles dias de chuva

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

A Christmas Carol

Como já estamos habituados, chega a época de natal e mais um fantástico filme de animação é realizado. Este ano, temos o prazer de ver A Christmas Carol.
Baseado no livro de Charles Dickens, entra em cena uma das histórias de maior sucesso no mundo literário, que chegou a vender mais de seis mil cópias numa semana.


"Ebenezer Scrooge é um homem avarento que não gosta do Natal. Trabalha num escritório em Londres com Bob Cratchit, seu pobre, mas feliz empregado, pai de quatro filhos, com um carinho especial pelo frágil Pequeno Tim, que tem problemas nas pernas.
Numa véspera de Natal Scrooge recebe a visita de seu ex-sócio Jacob Marley, morto havia sete anos naquele mesmo dia. Marley diz que seu espírito não pode ter paz, já que não foi bom nem generoso em vida, mas que Scrooge tem uma oportunidade, e por isso três espíritos o visitariam.
O primeiro espírito chega, um ser com uma luz que emanava da sua cabeça e um apagador de velas embaixo do braço à guisa de chapéu. Este é o Espírito dos Natais Passados, que leva Scrooge de volta no tempo e mostra a sua adolescência e o início da sua vida adulta, quando Scrooge ainda amava o Natal. Triste com as lembranças, Scrooge enfia o chapéu na cabeça do espírito, ocultando a luz. O espírito desaparece deixando Scrooge de volta ao seu quarto.
O segundo espírito, o do Natal do Presente, é um gigante risonho com uma coroa de azevinho e uma tocha na mão. Ele mostra a Scrooge as celebrações do presente, incluindo a humilde comemoração natalina dos Cratchit, onde vê que, apesar de pobre, a família de seu empregado é muito feliz e unida. A tocha na mão do espírito tem a utilidade de dar um sabor especial à ceia daqueles que fossem "contemplados" com a sua luz. No fim da viagem, o espírito revela sob seu manto duas crianças de caras terríveis, a Ignorância e a Miséria, e pede que os homens tenham cuidado com elas. Depois disso vai embora.
O terceiro espírito, o dos Natais Futuros, apresenta-se como uma figura alta envolta num traje negro que oculta seu rosto, deixando apenas uma mão aparente. O espírito não diz nada, mas aponta, e mostra a Scrooge a sua morte solitária, sem amigos.
Após a visita dos três espíritos, Scrooge amanhece como outro homem. Passa a amar o espírito de Natal, e a ser generoso com os que precisavam, e a ajudar o seu empregado Bob Cratchit, tornando-se um segundo pai para o Pequeno Tim. Diz-se que ninguém celebrava o Natal com mais entusiasmo que ele."

Agora, em 2009, temos a oportunidade de ver esta história nos cinemas, com a grande participação de Jim Carrey, Cary Elwes, Bob Hoskins, Colin Firth, Gary Oldman, Robin Wright Penn, Tom Hanks, Michael J. Fox nas vozes das diversas personagens.


domingo, 8 de novembro de 2009

City of Angels

open your arms to heaven...
feel the wind...
the touch of my hand on your hand...
look at me...
and
speaks to me with your heart...

...dos meus filmes favoritos....

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Depp...

"Não quero fingir que sou algo a mais do que realmente sou. Não quero dar a imagem de sensível ou difícil, ou cool ou inseguro. Sou bastante antiquado. Não consigo pensar em mim como alguém famoso. Vejo-me como um velhinho sentado num alpendre, olhando para um lago..."
Conhecido pela grande facilidade e afinidade em representar personagens excêntricas, John Christopher Depp II é considerado um dos maiores actores de Hollywood.
Da sua infância não se sabe muito, uma vez que o próprio refere que só se consegue lembrar "disso, aquelas unhas tortas que pareciam castanhas cajú!" da avó. A excentricidade, que lhe é muito característica, começou a ser notada desde muito cedo: "Lembro de me sentir como um peixe fora da água desde os cinco anos de idade. Ficava a olhar para as outras crianças e sentia-me o estranho do ninho" (...)"Acho que os meus professores também me achavam muito esquisito e que eles não conseguiam lidar comigo. O que eles não sabiam é que nem eu mesmo sabia como lidar comigo." Ao longo dos anos, sonhos de vida começaram-se a formar, apesar de afirmar que "quando eu era adolescente, era muito inseguro. Eu era o tipo de pessoa que nunca se ajustou a algo porque nunca ousaria a escolher algo para si. Eu, simplesmente, não tinha talento. Para nada. E isso fez com que toda minha ambição fosse embora também..." Com treze anos ganhou a sua primeira guitarra. Decidiu que o que queria era ser guitarrista, e não passar os seus dias na escola. Contudo, a magia da guitarra deu lugar às luzes do mundo do cinema. Entre os diversos filmes realizados, "Eduardo Mãos de Tesoura" revela-se o seu filme favorito. Não só porque o trouxe para as luzes da ribalta demonstrando o seu talento como actor, mas também pela simplicidade da personagem.
Hoje, afirma-se como um ser simples, onde o "meu corpo é o meu diário e as minhas tatuagens as minhas histórias."