Simplesmente surreal... para quem gosta de Stone Temple Pilots como eu...e, sobretudo da música Interstate Love Song, esta versão é absolutamente fantástica... inspiradora... contagiante...
Mas para quem gosta da música original aqui vai... e tirem as vossas conclusões:
terça-feira, 31 de março de 2009
Interstate Love Song
domingo, 29 de março de 2009
Gogol Bordello - start wearing purple
"There are many of us for whom music is an irreplaceable part of life. We rely on it to take us out of sadness, pressures of poverty, youth, age, etc. Mixed with alcohol it seems to be a remedy for just about anything, be it a rapid fire of notes exploding in catharsis all over the major key, or an obsessive marathon of soul-searching sounds crawling around minor key... it all appears somehow more solid and present in our lives than materials, something we can always address and hold on to. At its best, music connects us to a feeling as large as the whole goddamn universe itself... Of course, sometimes, when sober, we can say, "Well, after all, it's just music..." Yet everywhere you'll go, in every culture, you'll see its major royal presence. Some say with a straight up claim that music is the essence of life, I join in with them." (INTRO WORD by EUGENE HUTZ)
Margaridas
sábado, 28 de março de 2009
I don't want to be...
"Alguém disse uma vez: São as raparigas boazinhas que escrevem em diários. As raparigas más nunca têm tempo. Eu? Eu apenas quero viver uma vida de que me irei lembrar. Mesmo que eu não escreva tudo." (Brooke Davis OTH)
One tree hill - always and forever
"When I fell to the floor tonight, I was so scared, I was so terrified. Then I saw you, and I promised myself that if I could just get up, I'd walk over to you... I'd tell you how much I need you and how much I want you... and how nothing else matters." (Nathan Scott)
Gary Jules - Mad World
"And I find it kind of funny
I find it kind of sad
The dreams in which I'm dying are the best I've ever had
I find it hard to tell you
I find it hard to take
When people run in circles its a very very
Mad world
Mad world"
sexta-feira, 27 de março de 2009
Pearl Jam - Manual de sobrevivência para banda rock
"Creio que [Kurt Cobain] nunca percebeu a nossa banda", diz Vedder com doçura, enquanto se enroscava numa poltrona, já de madrugada. "No entanto, penso que, se ele tivesse sobrevivido, teria compreendido. Desculpem-me a presunção, mas é o que penso de facto". Vedder fixa o olhar num horizonte imaginário. "Sinto falta dele. Muitas vezes, quando estamos juntos a tocar guitarra, à volta de uma fogueira ou coisa parecida, penso que, se fosse vivo, estaria ali connosco. Estou sempre a pensar nele". (Eddie Vedder no artigo de Brian Hiatt na Blitz)
quarta-feira, 25 de março de 2009
Às vezes...

"(...)Às vezes mais vale desistir do que insistir, esquecer do que querer, arrumar do que cultivar, anular do que desejar. No ar ficará para sempre a dúvida se fizemos bem, mas pelo menos temos a paz de ter feito aquilo que devia ser feito, (...). Às vezes é preciso mudar o que parece não ter solução, deitar tudo abaixo para voltar a construir do zero, bater com a porta e apanhar o último comboio no derradeiro momento e sem olhar para trás, abrir a janela e jogar tudo borda fora, queimar cartas e fotografias, esquecer a voz e o cheiro, as mãos e a cor da pele, apagar a memória sem medo de a perder para sempre, esquecer tudo, cada momento, cada minuto, cada passo e cada palavra, cada promessa e cada desilusão, atirar com tudo para dentro de uma gaveta e deitar a chave fora, ou então pedir a alguém que guarde tudo num cofre e que a seguir esqueça o segredo.Às vezes é preciso saber renunciar, não aceitar, não cooperar, não ouvir nem contemporizar, não pedir nem dar, não aceitar sem participar, sair pela porta da frente sem a fechar, pedir silêncio e paz e sossego, sem dor, sem tristeza e sem medo de partir. E partir para outro mundo, para outro lugar, mesmo quando o que mais queremos é ficar, permanecer, construir, investir, amar. Porque quem parte é quem sabe para onde vai, quem escolhe o seu caminho e mesmo que não haja caminho porque o caminho se faz a andar, o sol, o vento, o céu e o cheiro do mar são os nossos guias, a única companhia, a certeza que fizemos bem e que não podia ser de outra maneira. Quem fica, fica a ver, a pensar, a meditar, a lembrar. Até se conformar e um dia então esquecer." (por Margarida Rebelo Pinto)
Devaneios III: Bolhas de sabão
Ao fundo da rua ouço risos sincronizados de uma alegria contagiante de crianças a brincar... Com elas, um conjunto de bolhas de sabão que voam pelo ar... E, nesse momento, dou por mim a olhar para uma delas que se dirige a um céu brilhante e desconhecido... dou por mim a procurar miragens em forma de bolhas de sabão. Bolhas essas de cores suaves e vislumbrantes que beijam os lábios mais profundos de um arco-íris perdido... o mesmo arco-íris que é guarda de sonhos invisíveis, frágeis e sinceros de quem quer ver o mundo, de quem quer sentir, de quem quer voar... Mas a fragilidade é eterna e, por instantes, as bolhas de sabão sucumbem às amarras que não as deixam chegar ao céu azul... arrebentando sem ter medo.. salpicando todos aqueles sorrisos e olhos brilhantes que as observavam a subir até ao alto... porém, os sorrisos não se esmurecem.. simplesmente permanecem com a vontade enorme de soprar mais uma bolha de sabão e vê-la voar... (por anita)
segunda-feira, 23 de março de 2009
Donna Maria
Donna Maria é um compromisso com Portugal. Ouvir "Música para Ser Humano" é, em certa medida, ouvir a calçada portuguesa, a roupa estendida na janela, o manjerico que murcha se o cheirarmos, a sardinha no pão, a saudade e o Tejo. Donna Maria não é apenas Portugal, é também uma visão musical e portuguesa do Mundo e da música. Visão que se representa através do cruzamento de elementos musicais profundamente portugueses com a música urbana que não tem origem. Uma linguagem própria que não imita e é inimitável." (Emanuel Amorim in Jornal "MundoUniversitário") “Donna Maria é, sem hesitação, um dos mais interessantes projectos na moderna música portuguesa.” (Pedro Abrunhosa)
“No conjunto, é uma estrela que brilha, é uma estreia que convence…este disco é para sempre. Para já, só se pode mesmo prestar-lhes vassalagem”(João Gobern "Correio da Manhã)
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