domingo, 29 de março de 2009

Muse - In your World


"In your world
No one is crying alone
In your world
No one is dying alone"

sábado, 28 de março de 2009

I don't want to be...

"Alguém disse uma vez: São as raparigas boazinhas que escrevem em diários. As raparigas más nunca têm tempo. Eu? Eu apenas quero viver uma vida de que me irei lembrar. Mesmo que eu não escreva tudo." (Brooke Davis OTH)


One tree hill - always and forever

"When I fell to the floor tonight, I was so scared, I was so terrified. Then I saw you, and I promised myself that if I could just get up, I'd walk over to you... I'd tell you how much I need you and how much I want you... and how nothing else matters." (Nathan Scott)

Gary Jules - Mad World


"And I find it kind of funny
I find it kind of sad
The dreams in which I'm dying are the best I've ever had
I find it hard to tell you
I find it hard to take
When people run in circles its a very very
Mad world
Mad world"

sexta-feira, 27 de março de 2009

Pearl Jam - Manual de sobrevivência para banda rock

"Creio que [Kurt Cobain] nunca percebeu a nossa banda", diz Vedder com doçura, enquanto se enroscava numa poltrona, já de madrugada. "No entanto, penso que, se ele tivesse sobrevivido, teria compreendido. Desculpem-me a presunção, mas é o que penso de facto". Vedder fixa o olhar num horizonte imaginário. "Sinto falta dele. Muitas vezes, quando estamos juntos a tocar guitarra, à volta de uma fogueira ou coisa parecida, penso que, se fosse vivo, estaria ali connosco. Estou sempre a pensar nele". (Eddie Vedder no artigo de Brian Hiatt na Blitz)

Yellow Ledbetter - Pearl Jam

quarta-feira, 25 de março de 2009

Às vezes...


"(...)Às vezes mais vale desistir do que insistir, esquecer do que querer, arrumar do que cultivar, anular do que desejar. No ar ficará para sempre a dúvida se fizemos bem, mas pelo menos temos a paz de ter feito aquilo que devia ser feito, (...). Às vezes é preciso mudar o que parece não ter solução, deitar tudo abaixo para voltar a construir do zero, bater com a porta e apanhar o último comboio no derradeiro momento e sem olhar para trás, abrir a janela e jogar tudo borda fora, queimar cartas e fotografias, esquecer a voz e o cheiro, as mãos e a cor da pele, apagar a memória sem medo de a perder para sempre, esquecer tudo, cada momento, cada minuto, cada passo e cada palavra, cada promessa e cada desilusão, atirar com tudo para dentro de uma gaveta e deitar a chave fora, ou então pedir a alguém que guarde tudo num cofre e que a seguir esqueça o segredo.Às vezes é preciso saber renunciar, não aceitar, não cooperar, não ouvir nem contemporizar, não pedir nem dar, não aceitar sem participar, sair pela porta da frente sem a fechar, pedir silêncio e paz e sossego, sem dor, sem tristeza e sem medo de partir. E partir para outro mundo, para outro lugar, mesmo quando o que mais queremos é ficar, permanecer, construir, investir, amar. Porque quem parte é quem sabe para onde vai, quem escolhe o seu caminho e mesmo que não haja caminho porque o caminho se faz a andar, o sol, o vento, o céu e o cheiro do mar são os nossos guias, a única companhia, a certeza que fizemos bem e que não podia ser de outra maneira. Quem fica, fica a ver, a pensar, a meditar, a lembrar. Até se conformar e um dia então esquecer." (por Margarida Rebelo Pinto)

Devaneios III: Bolhas de sabão

Ao fundo da rua ouço risos sincronizados de uma alegria contagiante de crianças a brincar... Com elas, um conjunto de bolhas de sabão que voam pelo ar... E, nesse momento, dou por mim a olhar para uma delas que se dirige a um céu brilhante e desconhecido... dou por mim a procurar miragens em forma de bolhas de sabão. Bolhas essas de cores suaves e vislumbrantes que beijam os lábios mais profundos de um arco-íris perdido... o mesmo arco-íris que é guarda de sonhos invisíveis, frágeis e sinceros de quem quer ver o mundo, de quem quer sentir, de quem quer voar... Mas a fragilidade é eterna e, por instantes, as bolhas de sabão sucumbem às amarras que não as deixam chegar ao céu azul... arrebentando sem ter medo.. salpicando todos aqueles sorrisos e olhos brilhantes que as observavam a subir até ao alto... porém, os sorrisos não se esmurecem.. simplesmente permanecem com a vontade enorme de soprar mais uma bolha de sabão e vê-la voar... (por anita)

segunda-feira, 23 de março de 2009

Donna Maria

Donna Maria é um compromisso com Portugal. Ouvir "Música para Ser Humano" é, em certa medida, ouvir a calçada portuguesa, a roupa estendida na janela, o manjerico que murcha se o cheirarmos, a sardinha no pão, a saudade e o Tejo. Donna Maria não é apenas Portugal, é também uma visão musical e portuguesa do Mundo e da música. Visão que se representa através do cruzamento de elementos musicais profundamente portugueses com a música urbana que não tem origem. Uma linguagem própria que não imita e é inimitável." (Emanuel Amorim in Jornal "MundoUniversitário")
“Donna Maria é, sem hesitação, um dos mais interessantes projectos na moderna música portuguesa.” (Pedro Abrunhosa)

“No conjunto, é uma estrela que brilha, é uma estreia que convence…este disco é para sempre. Para já, só se pode mesmo prestar-lhes vassalagem”(João Gobern "Correio da Manhã)

Angel Song


"Kiss me, is this a dream?
Should I believe it?
Please promise to me that I'm not going to get hurt this time." (David Fonseca)

domingo, 22 de março de 2009

Espero-te....


“Espero por ti porque acho que podes ser o homem da minha vida. E espero por ti porque sei esperar, porque nos genes ou na aprendizagem da sabedoria mais íntima e preciosa, há uma voz firme e incessante que me pede para esperar por ti. E eu gosto de ouvir essa voz a embalar-me de noite antes de, tantas e tantas vezes, te encontrar nos meus sonhos, e a acalentar-me de manhã, quando um novo dia chega e me faz pensar o quão longa e inglória pode ser a minha espera.” (in Diário da tua Ausência -Margarida Rebelo Pinto)

Embriaguem-se...

"EMBRIAGUEM-SE! É preciso estar sempre embriagado. Aí está: eis a única questão. Para não sentirem o fardo horrível do Tempo que verga e inclina para a terra, é preciso que se embriaguem sem descanso. Com quê? Com vinho, poesia ou virtude, a escolher. Mas embriaguem-se. E se, porventura, nos degraus de um palácio, sobre a relva verde de um fosso, na solidão morna do quarto, a embriaguez diminuir ou desaparecer quando você acordar, pergunte ao vento, à vaga, à estrela, ao pássaro, ao relógio, a tudo que flui, a tudo que geme, a tudo que gira, a tudo que canta, a tudo que fala, pergunte que horas são; o vento, a vaga, a estrela, o pássaro, o relógio responderão: "É hora de embriagar-se! Para não serem os escravos martirizados do Tempo, embriaguem-se; embriaguem-se sem descanso". Com vinho, poesia ou virtude, a escolher." (Charles Baudelaire)

sábado, 21 de março de 2009

The Killing Moon


Under blue moon I saw you
So soon you’ll take me
Up in your arms
Too late to beg you or cancel it
Though I know it must be the killing time
Unwillingly mine
Fate
Up against your will
Through the thick and thin
He will wait until
You give yourself to him
In starlit nights I saw you
So cruelly you kissed me
Your lips a magic world
Your sky all hung with jewels
The killing moon
Will come too soon (Nouvelle Vague)

Uma das minhas favoritas...

Chegou a Primavera....


"Gaivotas voavam sobre o mar, com os peitos brancos virados para as águas azuis profundas mais abaixo, antes de fazerem uma curva, soltando gritos longos e estridentes. Flores, resistentes e fortes, apesar das pétalas frágeis, abriam caminho pelo solo duro, fazendo um tremendo esforço para passarem por frestas mínimas na rocha, transformando a paisagem agreste numa terra de fantasia. O vento era tão suave quanto uma carícia de mão apaixonada. Lá em cima, o céu exibia o azul perfeito dos sonhos..." (Nora Roberts)