
sábado, 21 de março de 2009
All These Things That I’ve Done

terça-feira, 17 de março de 2009
Jeff Buckley
segunda-feira, 16 de março de 2009
Devaneios II: Como uma nota musical...
Como uma nota musical, sou aquela que precisa de alguém para a ouvir... a que com o sabor da melodia se torna doce como as mais belas e calmas baladas... aquela que faz sorrir e dançar toda a noite... a que irrita por estar sempre a tocar... a que grita ao mundo todos os seus porquês... a que faz sonhar... a que faz chorar... a que torna um momento especial... a que todos detestam... a que só tem início e nunca fim... a que sossega... a que é cantada... a que é inventada... a que é amada... a que ama... a que anda pelas ruas desertas... aquela que se descobre entre a multidão... a que faz bem quando estamos sós... a que é barulhenta... a que sabe bem ouvir com os amigos... aquela música com sabor a verão e cheiro a mar... a que se ouve quando a chuva cai lá fora... a que ainda se encontra nas cordas de uma guitarra... a que ainda não foi escrita... a que nos embala nos seus braços... a que precisa de aplausos... a que é mais criticada... a que acompanha uma pessoa durante a vida... a que diz "sorri e sente a beleza do teu ser"... a que abraça a natureza... a que é real... a que é fantasia... a que inspira o mais nobre poeta... aquela que está sempre desafinada... a que é simples... a que é complicada... a que sente... a que é loucura... a que está presente... a que é guardada numa gaveta... a que um dia, após muitos anos, será lembrada... a que é música.... (por anita)"Lost"
"What were you waiting for
Waiting for the straw to break
Over the back of desperate ways
You were a dream to me
Now you're nothing but a heart
that bleeds
I'll wash you off and carry on
I won't be lost without you
I've found a way to get through
Now I'm up and running
Strong enough to walk away
And leave you alone
I won't be lost " (Skin)
domingo, 15 de março de 2009
Devaneios I: Wet sand...
sábado, 14 de março de 2009
Choose Love...
Choose Love
sexta-feira, 13 de março de 2009
Vai onde te leva o coração
Heaven.. hell... limbo...

Sexta-feira 13.....

quinta-feira, 12 de março de 2009
Amy MacDonald no Sudoeste 09
Depois de ter ficado a suspeita, a editora da escocesa Amy Macdonald confirma a notícia: a cantora actua no festival Sudoeste TMN a 9 de Agosto, último dia do festival, trazendo consigo o álbum de estreia This Is the Life .
Ontem (dia 11 de Março), a cantora estreou-se em solo nacional, apresentando-se no evento de apresentação do cartaz do festival da Zambujeira do Mar, marcado para a Estufa Fria, em Lisboa, às 21h00.
O festival realiza-se entre 6 e 9 de Agosto e a produtora Música no Coração anunciou a divulgação dos primeiros nomes do cartaz na quarta-feira. Entre os diversos nomes destacam-se: Dia 5 David Guetta e dia 6 com Buraka Som Sistema, The National e Miss Kittin & The Hacke; no último dia do festival, dia 9, irão actuar Lily Allen, Basement Jaxx, Amy Macdonald, Caravan Palace e Third World..." (Mais informações em blitz e em festivais de verão)
segunda-feira, 9 de março de 2009
Esta coisa de gostar de alguém (por Fernando Alvim)

"Esta coisa de gostar de alguém não é para todos e, por vezes – em mais casos do que se possa imaginar – existem pessoas que pura e simplesmente não conseguem gostar de ninguém. Esperem lá, não é que não queiram – querem! – mas quando gostam – e podem gostar muito – há sempre qualquer coisa que os impede. Ou porque a estrada está cortada para obras de pavimentação. Ou porque sofremos de diabetes e não podemos abusar dos açucares. Ou porque sim e não falamos mais nisto. Há muita gente que não pode comer crustáceos, verdade? E porquê? Não faço ideia, mas o médico diz que não podemos porque nascemos assim e nós, resignados, ao aproximar-se o empregado de mesa com meio quilo de gambas que faz favor, vamos dizendo: “Nem pensar, leve isso daqui que me irrita a pele”.Ora, por vezes, o simples facto de gostarmos de alguém pode provocar-nos uma alergia semelhante. E nós, sabendo-o, mandamos para trás quando estávamos mortinhos por ir em frente. Não vamos.. E muitas das vezes, sabendo deste nosso problema, escolhemos para nós aquilo que sabemos que, invariavelmente, iremos recusar. Daí existirem aquelas pessoas que insistem em afirmar que só se apaixonam pelas pessoas erradas. Mentira. Pensar dessa forma é que é errado, porque o certo é perceber que se nós escolhemos aquela pessoa foi porque já sabíamos que não íamos a lado nenhum e que – aqui entre nós – é até um alívio não dar em nada porque ia ser uma chatice e estava-se mesmo a ver que ia dar nisto. E deu. Do mesmo modo que no final de 10 anos de relacionamento, ou cinco, ou três, há o hábito generalizado de dizermos que aquela pessoa com quem nós nos casámos já não é a mesma pessoa, quando por mais que nos custe, é igualzinha. O que mudou – e o professor Júlio Machado Vaz que se cuide – foram as expectativas que nós criamos em relação a ela. Impressionados?Pois bem, se me permitem, vou arregaçar as mangas. O que é díficil – dizem – é saber quando gostam de nós. E, quando afirmam isto, bebo logo dois dry martinis para a tosse. Saber quando gostam de nós? Mas com mil raios, isso é o mais fácil porque quando se gosta de alguém não há desculpas nem “ ai que amanhã não dá porque tenho muito trabalho”, nem “ ai que hoje era bom mas tenho outra coisa combinada” nem “ ai que não vi a tua chamada não atendida”.Quando se gosta de alguém – mas a sério, que é disto que falamos – não há nada mais importante do que essa outra pessoa. E sendo assim, não há sms que não se receba porque possivelmente não vimos, porque se calhar estava a passar num sítio sem rede, porque a minha amiga não me deu o recado, porque não percebi que querias estar comigo, porque recebi as flores mas pensava não serem para mim, porque não estava em casa quando tocaste.Quando se gosta de alguém temos sempre rede, nunca falha a bateria, nunca nada nos impede de nos vermos e nem de nos encontrarmos no meio de uma multidão de gente. Quando se gosta de alguém não respondemos a uma mensagem só no final do dia, não temos acidentes de carro, nem nunca os nossos pais se sentiram mal a ponto de nos impossibilitarem o nosso encontro. Quando se gosta de alguém, ouvimos sempre o telefone, a campaínha da porta, lemos sempre a mensagem que nos deixaram no vidro embaciado do carro desse Inverno rigoroso. Quando se gosta de alguém – e estou a escrever para os que gostam - vamos para o local do acidente com a carta amigável, vamos ter com ela ao corredor do hospital ver como estão os pais, chamamos os bombeiros para abrirem a porta, mas nada, nada nos impede de estar juntos, porque nada nem ninguém é mais importante, do que nós. "(por Fernando Alvim no blog espero bem que não)
